Acordei no outro dia e já era véspera de Natal. Meu Deus,
como passou tudo tão rápido. Luan ainda dormia e eu resolvi deixá-lo descansar.
Fiz minhas higienes e fui tomar café, estava com muita fome, até mais do que devia.
Alice estava totalmente agitada e confesso que estava me incomodando um pouco,
as vezes ela chutava minha costela e aquilo doía muito, mas nada que um carinho
na minha barriga não resolvesse. Marizete estava sentada junto de minha mãe e
eu me juntei á elas.
Mãe: Mas que milagre que em plena véspera de Natal, ás 8
da manhã, você já tá de pé? –ela dizia enquanto passava requeijão em um pão-.
Eu: Bom dia gente! Ai mãe, a Alice ta muito chata hoje,
não para de se mexer um minuto, fica chutando minha costela, isso dói. –falei me
servindo-.
Marizete: Ah, isso é normal em pleno 7 meses de gravidez.
Sofri com Luan também, ele era muito arteiro, não parava, cheguei a ter que ir
pro hospital uma vez, ele se enfiou embaixo da minha costela, e aquilo tava me
sufocando.
Eu: Pelo jeito Alice vai puxar ao pai então, porque hoje
ela tá demais gente! Sério, ta me incomodando muito! –fiz bico-.
Mãe: Depois você deita de barriga pra cima ali no sofá e
conversa com ela, logo ela se acalma.
Eu: Se ela me ouvisse né?
Marizete: Mas é claro que ela ouve o que a gente fala. Já
experimentou contar histórias pra ela dormir?
Eu: Isso só quando ela nascer, e olha lá ainda. –ri e
elas fizeram o mesmo-.
Tomamos nosso café em um clima maravilhoso, insisti em
ajudá-las com a louça, mas elas não deixaram, me fiz de derrotada e fui pro
quarto pegar meu livro pra ler, aproveitar que Alice não estava se mexendo
mais. Luan ainda dormia profundamente e eu por um momento tive vontade de
morder aquela barba dele, que a cada dia o deixava mais sexy que o normal. Que
saudade que eu tava de sentir o corpo dele no meu. Parou Naiara! Você não pode,
não agora! Só mais dois meses. Voltei pra sala e vi Bruna descer as escadas com
a mão na cabeça e seu cabelo todo bagunçado, cara amassada, parecia sentir dor.
Eu: Bom dia loira! –falei enquanto ela se sentava na
poltrona toda torta-.
Bruna: Péssimo dia cunhada, to morta de dor de cabeça. –falou
fazendo careta-.
Eu: Come e toma remédio que passa, o que você andou
fazendo?
Bruna: Nada! Quando sinto dor de cabeça, é porque logo
vou menstruar. E eu to me convencendo de que essa dor de cabeça não é por isso,
porque ninguém merece em pleno Natal ficar de TPM né?!
Eu: Isto é, mas qualquer coisa você coloca OB pra poder
curtir a piscina pelo menos.
Bruna: Se fosse tão fácil, minhas cólicas são as piores
possíveis, eu fico insuportável.
Eu: Toda mulher fica insuportável. Agora vai logo comer e tomar remédio, antes que essa dor aumente.
Bruna fez careta e foi pra cozinha. Ignorei sua ida, e comecei
a ler meu livro, era de historias de gravidas, eu estava interessada em saber
da vida de pessoas que mudou totalmente depois que se tornaram mãe.
-Luan narrando-.
Acordei meio sonso da vida, vi que Naiara não estava mais
na cama e isso me assustou um pouco, é difícil ela acordar cedo. Peguei meu
celular como de costume e só então me dei conta que lá era difícil sinal, e então
me dei conta que estava no mesmo lugar que Naiara e que não teria sms dela no
meu telefone. Ri da minha própria lerdeza e fui fazer minhas higienes ainda
sonolento. Ainda no banho me peguei sorrindo, ao lembrar das minhas noites de
amor com Naiara, que saudade que eu sentia dela, do cheiro, seu corpo soado
grudado ao meu, e só de pensar, já me vi excitado. Que isso rapaiz?! To
parecendo um tarado sem muié, e literalmente eu estava, não como esposa, isso
seria em meses, mas em relação sexual, esses meses sem sexo estavam me matando,
e eu evitava em pensar em como seria quando finalmente Alice nascesse e eu e
Naiara fôssemos apagar nossos fogos.
Desci pra tomar café e vi uma das cenas mais lindas da
minha vida. Naiara estava deitada no sofá e acariciava sua barriga sorrindo
falando algo. Subi alguns degraus para que ela não me visse e acabei ouvindo o
que ela falava.
Naiara: Eita amor, hoje você tá animada hein? Mas fica
quietinha que mamãe ta sentindo uma dorzinha na costela com seus chutes. Olha,
se você querer, depois que seu pai acordar, eu mando ele vir aqui fazer carinho
em você tá? Eu sei que ele é um lerdinho, mas ele ama você e eu também amo,
muito! Agora aquieta esse facho e deixa mamãe acabar de ler, esse livro vai me
ajudar a sabe cuidar de você.
Ela sorria, e eu sorria de orelha a orelha em ter ouvido
aquilo. O fato dela me chamar de lerdo não me afetou, eu sempre falava com a
minha menina, e ela sempre respondia com seus chutes velozes, o que fazia
Naiara rir e ás vezes reclamar, dizendo que doía. Desci os degraus lentamente e
fiquei reparando ela toda concentrada lendo seu livro, até Bruna chegar e
estragar o clima.
Bruna: Daqui a pouco a Naiara some.-disse subindo as
escadas rindo, o que fez Naiara me olhar e sorrir-.
Naiara: Bom dia amor. –ela se levantou e me deu um
selinho-.
Eu: Bom dia princesa.- me abaixei e beijei sua barriga,
desejando bom dia a Alice, que imediatamente chutou e eu pude sentir-.
Naiara: Ela tá tão agitada hoje, tá até me incomodando os
chutes dela, ta doendo.
Eu: Nossa, calma ai filha, hoje é vespera de Natal, sua
mãe não pode ficar com dor e ter que ir pro hospital.- falei acariciando sua barriga,
que por via, estava ficando cada dia maior-.
Naiara: Já tomou seu café?
Eu: Acabei de acordar, vou esperar o almoço, já é 11:30.
Falei me sentando e colocando Naiara em meu colo.
Naiara: Amor?
Eu: Hum?
Naiara: To com tanta saudade de você. –ela falou
cheirando meu pescoço e dando uma mordidinha leve-.
Eu: Não faz isso. –pedi quase num gemido, senti meu
membro crescer e na certa Naiara sentiu, já que me olhou arregalada-. Não tenho
culpa amor, eu to morrendo aos poucos durante esses meses sem sentir você.
Naiara: Você é um tarado isso sim. Mal relei em você e já
veio todo animado.- disse ainda surpresa-.
Eu: Não zomba de mim tá? Antes eu assim, do que matando
minha vontade em outras por aí.
Naiara: Vem com graça que eu enfio esse livro no seu
orifício! –falou pegando o livro-.
Eu: Credo Naiara! Que nojo, que ridiculo! –ri dela-.
Naiara: Não me chama de Naiara.-ela fez um biquinho e não
resisti, a puxei para um beijo longo, delicado, com saudade e desejo também-.
Eu: Tá dengosa hoje porque? –falei com a testa grudada a
dela ainda-.
Naiara: Não sei, to carente, precisando do meu noivo, dos
cheiros, abraços e beijos que só ele sabe me dar. –ela voltou a me beijar,
desta vez com mais intensidade, o que fez meu membro pulsar dentro do shorts-.
Eu: Para de me provocar, ou eu não vou me segurar. –falei
levando a mão dela até meu membro a fazendo o sentir duro, e logo percebi ela
se arrepiar-.
Naiara: Que vontade que eu tava de fazer isso.- sem nem
der tempo, ela apertou meu membro, e eu acabei gemendo um pouco alto, o que fez
minha mãe aparecer e deixar a gente totalmente sem graça.-
Marizete: Que foi filho? Machucou?
Olhei Naiara que estava estática e não falava nada.
Eu: Não mãe... foi só.. a Naiara! Ela mordeu minha boca
essa chata.
Marizete: Foi só isso mesmo?
Naiara: Foi Mari, eu quis causar dor no Luan um
pouquinho.
Minha mãe riu e voltou pra cozinha, fazendo eu e Naiara
suspirar aliviados. Mas nem assim meu fogo se apagou e precisava sentir ela,
nem que fosse nos nossos orais como sempre, que aliás, á semanas não tínhamos
feito mais.
Eu: Vamos lá pra cima amor. –falei pressionando Naiara em
meu membro, fazendo ela morder os lábios e fechar os olhos-.
Naiara: Não podemos Luan, estamos no mesmo teto que nossos
pais, se eles ouvirem algo, estamos fritos.
Eu: A gente não faz barulho, por favor amor, eu não to me
aguentando mais.
Naiara suspirou e saiu me puxando rápido, mas eu travei
ao me lembrar que estava excitado.
Naiara: Vem amor!
Eu: Não! Esqueceu?- falei apontando pro meu membro e ela
arregalou os olhos, veio até mim e colocou minhas mãos em sua cintura, me
fazendo ir até o quarto agarrado á ela.
-Fim da narração-
Luan estava muito assanhado e eu confesso que não neguei
fogo pra ele também, Marizete quase pegou a gente, mas graças ao meu bom Deus,
Luan usou um terço que restava de sua inteligência e conseguiu enganá-la. Mal
chegamos no quarto e Luan já me pressionava com todo cuidado na parede e
trancava a porta á seu lado. Paramos os beijos avassaladores quando estávamos
na cama deitados e num movimento rápido, vi Luan tirar meu vestido me deixando
apenas de calcinha, já que meu vestido não precisava de sutiã. O vi admirar
meus seios com seus olhos cheios de tesão e aquilo me fez arrepiar totalmente.
Luan rapidamente abocanhou um de meus seios, intercalando beijos e chupões entre
um e outro me fazendo arfar puxando seus cabelos. Ele desceu seus beijos e cada
vez me contorcia mais. Só então senti sua boca quente abocanhar meu clitóris, o
que me fez dar um leve gemido um pouco alto, fazendo Luan me olhar e fazer sinal de ‘’shiu’’, o que era quase impossível. Luan voltou a brincar com minha intimidade,
dando beijos e chupões, até enfim ele colocar um dedo em minha intimidade, o
que me fez suspirar e senti Luan gemer também, na certa seu membro já doía de
prazer. Antes de chegar ao meu ápice, puxei Luan para cima e era a minha vez de
trabalhar. Deitei ele sobre a cama e comecei a descer beijos sobre seu
peitoral, que já estava nú e bem mais sarado. Chegando a sua bermuda, dei uma
leve apertada em seu membro e ele se curvou pra trás. Retirei sua bermuda junto
da cueca, e rapidamente caí de boca naquilo que tanto me satisfazia como um prato
de comida. Luan acabou soltando um ‘’gostosa’’ um pouco alto, e eu o repreendi,
fazendo ele me olhar e pedir desculpas. Continuei com meus chupões e lambidas e
ele estava ficando louco,e eu também, precisava sentir ele, mas infelizmente
não podíamos. Luan estava prestes a gozar e eu sentia isso, mas como não tinha
chegado ao meu ápice, subi em cima dele e ameacei sentar, o que fez ele apertar
minha cintura.
Luan: Só um pouquinho amor- ele suplicou entre gemidos-.
Eu desejava ele mais do que tudo, e acabei fazendo o que
ele pediu. Sentei um pouquinho fazendo apenas sua cabecinha me penetrar, o que
me fez suspirar. Comecei a rebolar lentamente, não podia ir mais fundo, e
aquilo me matava. Luan tentava me penetrar mais um pouco mas eu não deixava,
não porque não queria, mas porque não podíamos mesmo.
Eu: Amoooooor, eu vou...-falei gemendo e o senti apertar
minha cintura e se contrair embaixo de mim, sim, ele havia gozado, e eu
também-.
Luan não se moveu, apenas suspirou e passou sua mão pela
minha intimidade que se encontrava nele ainda, me fazendo gemer de levinho. Sai
dele e me deitei o abraçando de lado.
Luan: Como eu queria poder te amar loucamente.- ele disse
mordendo os lábios-.
Eu: Eu também queria.
Ficamos ali trocando carícias até alguém bater na porta, o
que fez Luan dar um pulo e rapidamente peguei o lençol da cama e me enrolei.
Luan: Relaxa, eu tranquei a porta.
Luan perguntou quem era e nos aliviamos ao ser Marizete
chamando pro almoço, por ela não ter falado nada, Luan disse que já iríamos e
assim fizemos. Nos vestimos e descemos pro almoço. Não me importava ficar
melada dele em mim, era a coisa mais prazerosa que tinha. Almoçamos com nossos
pais e um tio meu que já havia chegado, e ficamos papeando até Bruna me chamar
num canto.
Bruna: O que tava acontecendo naquele quarto?
Fiquei pasma e engoli seco.
Eu: Nada! –falei rápido-.
Bruna: Huum –falou desconfiada- Tive a leve impressão de
ouvir gemidos.
Eu: Você é louca! Eu não posso ter relações esqueceu?
Bruna: Mas nunca se sabe né? Existe sexo oral. – ela
falou piscando e rindo sapeca-.
Eu: Me respeita menina! Cada coisa garota, ta doida Bruna,
deixa seu irão ouvir isso!- falei e no mesmo momento Luan chegou se sentando na
rede-.
Luan: Escutar o que?
Bruna: Nada que seja da sua conta, só pensei ouvir gemidos
de vocês. –ela riu e Luan arregalou o olho me olhando-.
Luan: Perdeu o respeito Piroca? Naiara não pode ter
relação e eu respeito isso.
Bruna: Tudo bem Luan, eu devo estar louca então. –ela ironizou
e ele pegou um copo de água e tacou na cara dela, o que fez ela bufar de
raiva-.
Bruna: Ficou louco?! Acabei de secar meu cabelo idiota! –ela
disse se levantando e passando a mão no rosto-.
Luan: Louca ficou você em achar que estávamos tendo
relação! Isso foi pra acordar pra vida, menina pervertida!
Bruna bufou e saiu batendo os pés, o que arrancou risadas
minha e de Luan.
Eu: Tadinha Luan!
Luan: Tadinha nada, quem manda ficar falando as coisas.
Eu: Mas ela não mentiu amor. –disse baixinho e ele riu
negando-.
Luan: Mas a gente finge que ela ta louca! –ele riu e ficamos conversando sobre várias coisas.
Mais tarde o pessoal de Campo Grande chegou e eu fiquei com Camila, Bruna, Mariana,
Jenyfer e Manu, uma priminha fofa de Luan que eu amava.
Manu: Tem um neném aqui? –ela falou colocando a mão na
minha barriga-.
Eu: Tem fofa, logo mais ela vai ta aqui pra brincar com
você.
Manu: Mamãe me falou que eu já fui assim também, já molei
aqui dentlo.- colocou a mão na sua própria barriga-.
Eu: Ahan, um dia você vai carregar um neném ai dentro
também, e vai ser uma mãe linda! –disse beijando sua bochecha e fazendo cócegas
nela, que pedia pra parar, até então Luan aparecer e acabar com a graça-.
Luan: Uai Manu, ta me trocando agora?
Manu: Eu tava blincando com a neném da Naiala.
Luan: Dela não, o neném é meu também.
Malu: Seu? Vocês fizelam juntos?
Luan: Digamos que sim!
Eu: Luan! –o repreendi
e ele riu, deixando Manu curiosa, que ficou perguntando, mas graças a Deus a
mãe dela chamou ela e ela saiu correndo, me deixando aliviada, Luan só falava
merda!
Nova leitora
ResponderExcluirContinua negaaaaa
Seja bem vinda liinda, acabei de postar :*
Excluir