quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Capitulo 59

Já era noite e logo seria o amigo secreto e em seguida  a tão farta ceia de natal. Estava com as meninas no quarto que elas haviam ficado juntas, Camila arrumava meus cabelos, enquanto Bruna cuidava da maquiagem. Eu estava sendo muito mal acostumada nesse período de gestação.
Camila: Mas me conta, ta ansiosa pro nascimento da Alice?
Eu: Nossa to muito, louca pra ver o rostinho dela, pegar na mãozinha. –falei e sem pensar um sorriso se formou em meu rosto-.
Bruna: Ai imagine quando ela estiver correndo por essa casa toda? Mexendo nas minhas coisas, usando meus sapatos.
Eu: E você vai deixar ela fazer isso?
Bruna: Claro que vou, vou ensinar ela a se maquiar, arrumar os cabelos.
Eu: To vendo que não vou precisar ensinar nada pra minha filha, ta querendo fazer tudo. –rimos juntas-.
Camila: Cabelos prontos!
Bruna: Maquiagem também!
Eu: Posso me trocar então?
Bruna: Deve! Vamos acabar e já descemos, o Pi deve ta doido te esperando naquele quarto.
Eu: Acho que ele ta dormindo, fiquei de acordar ele.
Bruna: Nada de beijinho hein? Senão vai sair o batom!
Eu: Tchau meninas!
Falei e fui pro quarto em que eu e Luan dormíamos, era um quarto a frente, então logo cheguei. Ouvi o barulho do chuveiro, ele acabava de entrar no banho. Verifiquei sua roupa e ele tava aprendendo aos poucos a se vestir. Ri do meu pensamento. Gritei um ‘’amor cheguei’’ e ele respondeu dizendo que logo saía, mas eu sabia que o logo dele era de meia hora. Me vesti e Luan saiu do banho enquanto colocava meu sapato.

Luan: Que isso hein amor? –ele falou me fazendo dar uma voltinha-.
Eu: Para de ser bobo. –falei rindo-.
Luan: Você ta tão linda grávida nesse vestido sabia? Dá vontade de ter mil filhos, só pra te ver mil vezes mais linda ainda.
Fiquei sem o que responder, e confesso que quase chorei, estava muito Maria mole ultimamente. Abracei ele pelo pescoço e aproximei minha boca do seu ouvido.
Eu: Eu não me importaria em ter mil filhos com você, te amo.
Vi que ele se arrepiou, e logo rocei nossos lábios, fazendo ele morder meu lábio inferior.
Eu: Amor vai sair meu batom. –falei manhosa-.
Luan: Você tem muitos batons pra passar nessa boca um tanto tentadora.
Ele selou nossos lábios e ficamos ali trocando carícias por uns minutos. Depois Luan terminou de se vestir, retoquei o batom e enfim descemos pra onde todos estavam. Acho que só faltava nós, já que quando chegamos na área da piscina onde seria a ceia, todos gritaram. Fui pra perto das meninas que estavam junto de minha mãe e Marizete, e Luan disse que iria falar com os meninos um pouco. Ele estava tão feliz, todo sorridente, era incrível como ele conseguia ser lindo até sério, prestando atenção em algo que seu primo Max falava.
Marizete: Naiara? –ela falou me despertando-.
Eu: Oi?- olhei e vi todas rirem-. Desculpa gente, tava longe.
Bruna: Percebemos tava admirando meu irmão né?
Eu: Sim, tava vendo como ele é lindo e como ta feliz.
Marizete: Luan ama o Natal, é a data em que todos da família se reúnem, onde ele consegue ver todos os tios e primos.
Eu: É... E quem diria que eu estaria hoje aqui? Como noiva dele ainda.
Bruna: Lembro o ano passado quando veio uma amiga da Mariana que deu em cima do Luan, você ficou boladona! –ela ria e eu fiquei com vontade de espancá-la-.
Eu: Não precisava falar disso né? E aquela menina também tava muito abusada, não deixava ele em paz.
Bruna: E você tava se roendo de ciúmes, porque só conseguiu dar um beijinho nele, depois que ela foi dormir.
Marizete: Bruna! Para de pressionar a menina, deixa ela, o importante é que eles estão aqui hoje novamente, mas dessa vez noivos, e futuros pais.
Minha mãe finalmente se pronunciou, mas ela já estava com os olhos cheios de lágrimas.
Mãe: Ai gente, eles cresceram tão rápido né?
Eu: Ai mãe, não chora não!
Marizete: Amadureceram rápido demais também.
Bruna: Transaram cedo demais também.
Eu: BRUNA! –a repreendi, o que fez Marizete a olhar feio, e minha mãe caiu na gargalhada-.
Bruna: Que é gente? Todo mundo faz isso, não é nenhum crime.
Eu: Poupa-me desses comentários.
Ficamos ali rindo e nos divertindo, beliscávamos algumas carnes que Luan trazia até enfim chegar o amigo secreto. Luan havia pegado um de seus tios, o qual deu um kit de pesca, e eu havia pegado Manu, a priminha dele, sim, ela também participava. Havia ganhado um par de jóias lindo de Amarildo que tinha me tirado, na certa Bruna tinha o ajudado a escolher. Durou uma hora e logo já era 23h50min, em 10 minutos era Natal.
Luan: Amor vem aqui.- ele disse me chamando-.
Dei cinco passos e fiquei de frente a ele que segurava uma caixinha preta.
Luan: Feliz Natal amor da minha vida. –ele sorriu e me estendeu as mão, me  entregando a caixinha. Abri e nela havia uma pulseira escrita ‘’eu te amo’’, era linda demais.

Eu: Que linda amor, obrigada, eu também te amo. – falei o abraçando pelo pescoço e selando nossos lábios-.
Luan: Comprei no dia que a gente discutiu no shopping, não sabia o que dar.
Eu: É linda, e não precisava, eu amei.
Luan: Tem o da Alice também.
Eu: Até a Alice?
Luan: Claro amor, ela também é gente pô! –ri do jeito que ele falou-.
Ele foi até embaixo da árvore de Natal que ficava na sala e logo voltou com um embrulho um pouco grande em mãos. Me entregou com um sorriso nos lábios e logo que abri me encantei.

Eu: Ai que lindo amor, nossa, é a cara dela! –falei sorrindo e lhe dando um selinho-.
Luan: Eu achei muito lindo, tive que comprar quando vi.
Eu: A Alice agradece o bom gosto do pai. –sorri e ele me deu um selinho-.
Marizete despertou todos com um ‘5 minutos’ e como de costume, todos foram pra mesa onde aconteceria a ceia, que por via estava linda demais.


Cada um foi pro seu lugar e logo começaram as orações, cada um podia falar o que quisesse, mas eu preferi orar em pensamento mesmo. Luan fez um discurso um quanto lindo, no qual resumiu seu ano todo em fãs, orgulho, vida, amor, familia e Alice. A contagem começou e então os fogos subiram e todos em coro gritou o tão esperado ‘’FELIZ NATAL’’! Abraços foram o que não faltaram, champanhe tambem, mas eu não podia beber, então me contive com refrigerante. Todos comemos em um clima ótimo, e a festa não parou por ai, logo fomos pra uma área daquela chácara, na qual havia um lindo gramado verde prócimo a piscina, que estava com o chão e a água toda enfeitado com velas coloridas em potinhos de vidro.


Todos se sentaram e a Manu correu pro meu lado, Luan e seu primo Mateus se sentaram no meio e pegaram seus violões, e começaram a cantar como sempre faziam. Era incrível como os dois tinham alguns traços parecidos, ou talvez Mateus se espelhava no jeito de Luan, mas era lindos cantando. Camila deu uma palinha também, e Bruna já alterada acabou entrando, o que fez o momento ficar totalmente engraçado e acabando com todos cantando. Até meu pai cantou as músicas do Luan, coisa que eu como filha nunca havia visto, não daquele jeito. A farra foi até 4 da madrugada e eu já não aguentava mais, Luan estava com um olhar de bêbado cansado, e eu ri do jeitinho dele.
Eu: Amor, vamos dormir vai. –falei pegando em sua mão-.
Luan: Pode ir amor, depois eu vou, não vou deixar os meninos aqui sozinhos.
Max: Pode ir urubu, aqui não tem lobisomem não, vai cuidar da sua mulher vai.
Mateus: Vai Luan, você tá precisando de um banho e uma boa noite mesmo! –ele gargalhou e Luan riu sem entender. Pessoa lerda rindo da piada que se referia a ele mesmo-.
Eu: Vamos amor.
Sai puxando Luan e logo estavamos no quarto. Enquanto tirava minha roupa pra ir pro banho, Luan se jogou na cama.
Eu: Nada disso, pode levantar essa bunda grande, vamos pro banho, depois você dorme.
Luan: Ah não. Amanha eu tomo banho, prometo –ele fez bico, mas eu insisti até arrastar ele pro banho. Ele não estava tão bebado e isso facilitou ele a conseguir se esfregar no banho. Logo arrumei a cama e nem se quer deu tempo de me arrumar direito na cama, ouvi a respiração de Luan pesar, ele havia dormido, e não queria nem ver a ressaca da manhã seguinte.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Capitulo 58



Acordei no outro dia e já era véspera de Natal. Meu Deus, como passou tudo tão rápido. Luan ainda dormia e eu resolvi deixá-lo descansar. Fiz minhas higienes e fui tomar café, estava com muita fome, até mais do que devia. Alice estava totalmente agitada e confesso que estava me incomodando um pouco, as vezes ela chutava minha costela e aquilo doía muito, mas nada que um carinho na minha barriga não resolvesse. Marizete estava sentada junto de minha mãe e eu me juntei á elas.
Mãe: Mas que milagre que em plena véspera de Natal, ás 8 da manhã, você já tá de pé? –ela dizia enquanto passava requeijão em um pão-.
Eu: Bom dia gente! Ai mãe, a Alice ta muito chata hoje, não para de se mexer um minuto, fica chutando minha costela, isso dói. –falei me servindo-.
Marizete: Ah, isso é normal em pleno 7 meses de gravidez. Sofri com Luan também, ele era muito arteiro, não parava, cheguei a ter que ir pro hospital uma vez, ele se enfiou embaixo da minha costela, e aquilo tava me sufocando.
Eu: Pelo jeito Alice vai puxar ao pai então, porque hoje ela tá demais gente! Sério, ta me incomodando muito! –fiz bico-.
Mãe: Depois você deita de barriga pra cima ali no sofá e conversa com ela, logo ela se acalma.
Eu: Se ela me ouvisse né?
Marizete: Mas é claro que ela ouve o que a gente fala. Já experimentou contar histórias pra ela dormir?
Eu: Isso só quando ela nascer, e olha lá ainda. –ri e elas fizeram o mesmo-.
Tomamos nosso café em um clima maravilhoso, insisti em ajudá-las com a louça, mas elas não deixaram, me fiz de derrotada e fui pro quarto pegar meu livro pra ler, aproveitar que Alice não estava se mexendo mais. Luan ainda dormia profundamente e eu por um momento tive vontade de morder aquela barba dele, que a cada dia o deixava mais sexy que o normal. Que saudade que eu tava de sentir o corpo dele no meu. Parou Naiara! Você não pode, não agora! Só mais dois meses. Voltei pra sala e vi Bruna descer as escadas com a mão na cabeça e seu cabelo todo bagunçado, cara amassada, parecia sentir dor.
Eu: Bom dia loira! –falei enquanto ela se sentava na poltrona toda torta-.
Bruna: Péssimo dia cunhada, to morta de dor de cabeça. –falou fazendo careta-.
Eu: Come e toma remédio que passa, o que você andou fazendo?
Bruna: Nada! Quando sinto dor de cabeça, é porque logo vou menstruar. E eu to me convencendo de que essa dor de cabeça não é por isso, porque ninguém merece em pleno Natal ficar de TPM né?!
Eu: Isto é, mas qualquer coisa você coloca OB pra poder curtir a piscina pelo menos.
Bruna: Se fosse tão fácil, minhas cólicas são as piores possíveis, eu fico insuportável.
Eu: Toda mulher fica insuportável. Agora vai logo comer  e tomar remédio, antes que essa dor aumente.
Bruna fez careta e foi pra cozinha. Ignorei sua ida, e comecei a ler meu livro, era de historias de gravidas, eu estava interessada em saber da vida de pessoas que mudou totalmente depois que se tornaram mãe.
-Luan narrando-.
Acordei meio sonso da vida, vi que Naiara não estava mais na cama e isso me assustou um pouco, é difícil ela acordar cedo. Peguei meu celular como de costume e só então me dei conta que lá era difícil sinal, e então me dei conta que estava no mesmo lugar que Naiara e que não teria sms dela no meu telefone. Ri da minha própria lerdeza e fui fazer minhas higienes ainda sonolento. Ainda no banho me peguei sorrindo, ao lembrar das minhas noites de amor com Naiara, que saudade que eu sentia dela, do cheiro, seu corpo soado grudado ao meu, e só de pensar, já me vi excitado. Que isso rapaiz?! To parecendo um tarado sem muié, e literalmente eu estava, não como esposa, isso seria em meses, mas em relação sexual, esses meses sem sexo estavam me matando, e eu evitava em pensar em como seria quando finalmente Alice nascesse e eu e Naiara fôssemos apagar nossos fogos.
Desci pra tomar café e vi uma das cenas mais lindas da minha vida. Naiara estava deitada no sofá e acariciava sua barriga sorrindo falando algo. Subi alguns degraus para que ela não me visse e acabei ouvindo o que ela falava.
Naiara: Eita amor, hoje você tá animada hein? Mas fica quietinha que mamãe ta sentindo uma dorzinha na costela com seus chutes. Olha, se você querer, depois que seu pai acordar, eu mando ele vir aqui fazer carinho em você tá? Eu sei que ele é um lerdinho, mas ele ama você e eu também amo, muito! Agora aquieta esse facho e deixa mamãe acabar de ler, esse livro vai me ajudar a sabe cuidar de você.
Ela sorria, e eu sorria de orelha a orelha em ter ouvido aquilo. O fato dela me chamar de lerdo não me afetou, eu sempre falava com a minha menina, e ela sempre respondia com seus chutes velozes, o que fazia Naiara rir e ás vezes reclamar, dizendo que doía. Desci os degraus lentamente e fiquei reparando ela toda concentrada lendo seu livro, até Bruna chegar e estragar o clima.
Bruna: Daqui a pouco a Naiara some.-disse subindo as escadas rindo, o que fez Naiara me olhar e sorrir-.
Naiara: Bom dia amor. –ela se levantou e me deu um selinho-.
Eu: Bom dia princesa.- me abaixei e beijei sua barriga, desejando bom dia a Alice, que imediatamente chutou e eu pude sentir-.
Naiara: Ela tá tão agitada hoje, tá até me incomodando os chutes dela, ta doendo.
Eu: Nossa, calma ai filha, hoje é vespera de Natal, sua mãe não pode ficar com dor e ter que ir pro hospital.- falei acariciando sua barriga, que por via, estava ficando cada dia maior-.
Naiara: Já tomou seu café?
Eu: Acabei de acordar, vou esperar o almoço, já é 11:30.
Falei me sentando e colocando Naiara em meu colo.
Naiara: Amor?
Eu: Hum?
Naiara: To com tanta saudade de você. –ela falou cheirando meu pescoço e dando uma mordidinha leve-.
Eu: Não faz isso. –pedi quase num gemido, senti meu membro crescer e na certa Naiara sentiu, já que me olhou arregalada-. Não tenho culpa amor, eu to morrendo aos poucos durante esses meses sem sentir você.
Naiara: Você é um tarado isso sim. Mal relei em você e já veio todo animado.- disse ainda surpresa-.
Eu: Não zomba de mim tá? Antes eu assim, do que matando minha vontade em outras por aí.
Naiara: Vem com graça que eu enfio esse livro no seu orifício! –falou pegando o livro-.
Eu: Credo Naiara! Que nojo, que ridiculo! –ri dela-.
Naiara: Não me chama de Naiara.-ela fez um biquinho e não resisti, a puxei para um beijo longo, delicado, com saudade e desejo também-.
Eu: Tá dengosa hoje porque? –falei com a testa grudada a dela ainda-.
Naiara: Não sei, to carente, precisando do meu noivo, dos cheiros, abraços e beijos que só ele sabe me dar. –ela voltou a me beijar, desta vez com mais intensidade, o que fez meu membro pulsar dentro do shorts-.
Eu: Para de me provocar, ou eu não vou me segurar. –falei levando a mão dela até meu membro a fazendo o sentir duro, e logo percebi ela se arrepiar-.
Naiara: Que vontade que eu tava de fazer isso.- sem nem der tempo, ela apertou meu membro, e eu acabei gemendo um pouco alto, o que fez minha mãe aparecer e deixar a gente totalmente sem graça.-
Marizete: Que foi filho? Machucou?
Olhei Naiara que estava estática e não falava nada.
Eu: Não mãe... foi só.. a Naiara! Ela mordeu minha boca essa chata.
Marizete: Foi só isso mesmo?
Naiara: Foi Mari, eu quis causar dor no Luan um pouquinho.
Minha mãe riu e voltou pra cozinha, fazendo eu e Naiara suspirar aliviados. Mas nem assim meu fogo se apagou e precisava sentir ela, nem que fosse nos nossos orais como sempre, que aliás, á semanas não tínhamos feito mais.
Eu: Vamos lá pra cima amor. –falei pressionando Naiara em meu membro, fazendo ela morder os lábios e fechar os olhos-.
Naiara: Não podemos Luan, estamos no mesmo teto que nossos pais, se eles ouvirem algo, estamos fritos.
Eu: A gente não faz barulho, por favor amor, eu não to me aguentando mais.
Naiara suspirou e saiu me puxando rápido, mas eu travei ao me lembrar que estava excitado.
Naiara: Vem amor!
Eu: Não! Esqueceu?- falei apontando pro meu membro e ela arregalou os olhos, veio até mim e colocou minhas mãos em sua cintura, me fazendo ir até o quarto agarrado á ela.
-Fim da narração-
Luan estava muito assanhado e eu confesso que não neguei fogo pra ele também, Marizete quase pegou a gente, mas graças ao meu bom Deus, Luan usou um terço que restava de sua inteligência e conseguiu enganá-la. Mal chegamos no quarto e Luan já me pressionava com todo cuidado na parede e trancava a porta á seu lado. Paramos os beijos avassaladores quando estávamos na cama deitados e num movimento rápido, vi Luan tirar meu vestido me deixando apenas de calcinha, já que meu vestido não precisava de sutiã. O vi admirar meus seios com seus olhos cheios de tesão e aquilo me fez arrepiar totalmente. Luan rapidamente abocanhou um de meus seios, intercalando beijos e chupões entre um e outro me fazendo arfar puxando seus cabelos. Ele desceu seus beijos e cada vez me contorcia mais. Só então senti sua boca quente abocanhar meu clitóris, o que me fez dar um leve gemido um pouco alto, fazendo Luan me olhar e fazer sinal de ‘’shiu’’, o que era quase impossível. Luan voltou a brincar com minha intimidade, dando beijos e chupões, até enfim ele colocar um dedo em minha intimidade, o que me fez suspirar e senti Luan gemer também, na certa seu membro já doía de prazer. Antes de chegar ao meu ápice, puxei Luan para cima e era a minha vez de trabalhar. Deitei ele sobre a cama e comecei a descer beijos sobre seu peitoral, que já estava nú e bem mais sarado. Chegando a sua bermuda, dei uma leve apertada em seu membro e ele se curvou pra trás. Retirei sua bermuda junto da cueca, e rapidamente caí de boca naquilo que tanto me satisfazia como um prato de comida. Luan acabou soltando um ‘’gostosa’’ um pouco alto, e eu o repreendi, fazendo ele me olhar e pedir desculpas. Continuei com meus chupões e lambidas e ele estava ficando louco,e eu também, precisava sentir ele, mas infelizmente não podíamos. Luan estava prestes a gozar e eu sentia isso, mas como não tinha chegado ao meu ápice, subi em cima dele e ameacei sentar, o que fez ele apertar minha cintura.
Luan: Só um pouquinho amor- ele suplicou entre gemidos-.
Eu desejava ele mais do que tudo, e acabei fazendo o que ele pediu. Sentei um pouquinho fazendo apenas sua cabecinha me penetrar, o que me fez suspirar. Comecei a rebolar lentamente, não podia ir mais fundo, e aquilo me matava. Luan tentava me penetrar mais um pouco mas eu não deixava, não porque não queria, mas porque não podíamos mesmo.
Eu: Amoooooor, eu vou...-falei gemendo e o senti apertar minha cintura e se contrair embaixo de mim, sim, ele havia gozado, e eu também-.
Luan não se moveu, apenas suspirou e passou sua mão pela minha intimidade que se encontrava nele ainda, me fazendo gemer de levinho. Sai dele e me deitei o abraçando de lado.
Luan: Como eu queria poder te amar loucamente.- ele disse mordendo os lábios-.
Eu: Eu também queria.
Ficamos ali trocando carícias até alguém bater na porta, o que fez Luan dar um pulo e rapidamente peguei o lençol da cama e me enrolei.
Luan: Relaxa, eu tranquei a porta.
Luan perguntou quem era e nos aliviamos ao ser Marizete chamando pro almoço, por ela não ter falado nada, Luan disse que já iríamos e assim fizemos. Nos vestimos e descemos pro almoço. Não me importava ficar melada dele em mim, era a coisa mais prazerosa que tinha. Almoçamos com nossos pais e um tio meu que já havia chegado, e ficamos papeando até Bruna me chamar num canto.
Bruna: O que tava acontecendo naquele quarto?
Fiquei pasma e engoli seco.
Eu: Nada! –falei rápido-.
Bruna: Huum –falou desconfiada- Tive a leve impressão de ouvir gemidos.
Eu: Você é louca! Eu não posso ter relações esqueceu?
Bruna: Mas nunca se sabe né? Existe sexo oral. – ela falou piscando e rindo sapeca-.
Eu: Me respeita menina! Cada coisa garota, ta doida Bruna, deixa seu irão ouvir isso!- falei e no mesmo momento Luan chegou se sentando na rede-.
Luan: Escutar o que?
Bruna: Nada que seja da sua conta, só pensei ouvir gemidos de vocês. –ela riu e Luan arregalou o olho me olhando-.
Luan: Perdeu o respeito Piroca? Naiara não pode ter relação e eu respeito isso.
Bruna: Tudo bem Luan, eu devo estar louca então. –ela ironizou e ele pegou um copo de água e tacou na cara dela, o que fez ela bufar de raiva-.
Bruna: Ficou louco?! Acabei de secar meu cabelo idiota! –ela disse se levantando e passando a mão no rosto-.
Luan: Louca ficou você em achar que estávamos tendo relação! Isso foi pra acordar pra vida, menina pervertida!
Bruna bufou e saiu batendo os pés, o que arrancou risadas minha e de Luan.
Eu: Tadinha Luan!
Luan: Tadinha nada, quem manda ficar falando as coisas.
Eu: Mas ela não mentiu amor. –disse baixinho e ele riu negando-.
Luan: Mas a gente finge que ela ta louca! –ele  riu e ficamos conversando sobre várias coisas. Mais tarde o pessoal de Campo Grande chegou e eu fiquei com Camila, Bruna, Mariana, Jenyfer e Manu, uma priminha fofa de Luan que eu amava.
Manu: Tem um neném aqui? –ela falou colocando a mão na minha barriga-.
Eu: Tem fofa, logo mais ela vai ta aqui pra brincar com você.
Manu: Mamãe me falou que eu já fui assim também, já molei aqui dentlo.- colocou a mão na sua própria barriga-.
Eu: Ahan, um dia você vai carregar um neném ai dentro também, e vai ser uma mãe linda! –disse beijando sua bochecha e fazendo cócegas nela, que pedia pra parar, até então Luan aparecer e acabar com a graça-.
Luan: Uai Manu, ta me trocando agora?
Manu: Eu tava blincando com a neném da Naiala.
Luan: Dela não, o neném é meu também.
Malu: Seu? Vocês fizelam juntos?
Luan: Digamos que sim!
Eu: Luan! –o repreendi e ele riu, deixando Manu curiosa, que ficou perguntando, mas graças a Deus a mãe dela chamou ela e ela saiu correndo, me deixando aliviada, Luan só falava merda!