quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Capitulo 59

Já era noite e logo seria o amigo secreto e em seguida  a tão farta ceia de natal. Estava com as meninas no quarto que elas haviam ficado juntas, Camila arrumava meus cabelos, enquanto Bruna cuidava da maquiagem. Eu estava sendo muito mal acostumada nesse período de gestação.
Camila: Mas me conta, ta ansiosa pro nascimento da Alice?
Eu: Nossa to muito, louca pra ver o rostinho dela, pegar na mãozinha. –falei e sem pensar um sorriso se formou em meu rosto-.
Bruna: Ai imagine quando ela estiver correndo por essa casa toda? Mexendo nas minhas coisas, usando meus sapatos.
Eu: E você vai deixar ela fazer isso?
Bruna: Claro que vou, vou ensinar ela a se maquiar, arrumar os cabelos.
Eu: To vendo que não vou precisar ensinar nada pra minha filha, ta querendo fazer tudo. –rimos juntas-.
Camila: Cabelos prontos!
Bruna: Maquiagem também!
Eu: Posso me trocar então?
Bruna: Deve! Vamos acabar e já descemos, o Pi deve ta doido te esperando naquele quarto.
Eu: Acho que ele ta dormindo, fiquei de acordar ele.
Bruna: Nada de beijinho hein? Senão vai sair o batom!
Eu: Tchau meninas!
Falei e fui pro quarto em que eu e Luan dormíamos, era um quarto a frente, então logo cheguei. Ouvi o barulho do chuveiro, ele acabava de entrar no banho. Verifiquei sua roupa e ele tava aprendendo aos poucos a se vestir. Ri do meu pensamento. Gritei um ‘’amor cheguei’’ e ele respondeu dizendo que logo saía, mas eu sabia que o logo dele era de meia hora. Me vesti e Luan saiu do banho enquanto colocava meu sapato.

Luan: Que isso hein amor? –ele falou me fazendo dar uma voltinha-.
Eu: Para de ser bobo. –falei rindo-.
Luan: Você ta tão linda grávida nesse vestido sabia? Dá vontade de ter mil filhos, só pra te ver mil vezes mais linda ainda.
Fiquei sem o que responder, e confesso que quase chorei, estava muito Maria mole ultimamente. Abracei ele pelo pescoço e aproximei minha boca do seu ouvido.
Eu: Eu não me importaria em ter mil filhos com você, te amo.
Vi que ele se arrepiou, e logo rocei nossos lábios, fazendo ele morder meu lábio inferior.
Eu: Amor vai sair meu batom. –falei manhosa-.
Luan: Você tem muitos batons pra passar nessa boca um tanto tentadora.
Ele selou nossos lábios e ficamos ali trocando carícias por uns minutos. Depois Luan terminou de se vestir, retoquei o batom e enfim descemos pra onde todos estavam. Acho que só faltava nós, já que quando chegamos na área da piscina onde seria a ceia, todos gritaram. Fui pra perto das meninas que estavam junto de minha mãe e Marizete, e Luan disse que iria falar com os meninos um pouco. Ele estava tão feliz, todo sorridente, era incrível como ele conseguia ser lindo até sério, prestando atenção em algo que seu primo Max falava.
Marizete: Naiara? –ela falou me despertando-.
Eu: Oi?- olhei e vi todas rirem-. Desculpa gente, tava longe.
Bruna: Percebemos tava admirando meu irmão né?
Eu: Sim, tava vendo como ele é lindo e como ta feliz.
Marizete: Luan ama o Natal, é a data em que todos da família se reúnem, onde ele consegue ver todos os tios e primos.
Eu: É... E quem diria que eu estaria hoje aqui? Como noiva dele ainda.
Bruna: Lembro o ano passado quando veio uma amiga da Mariana que deu em cima do Luan, você ficou boladona! –ela ria e eu fiquei com vontade de espancá-la-.
Eu: Não precisava falar disso né? E aquela menina também tava muito abusada, não deixava ele em paz.
Bruna: E você tava se roendo de ciúmes, porque só conseguiu dar um beijinho nele, depois que ela foi dormir.
Marizete: Bruna! Para de pressionar a menina, deixa ela, o importante é que eles estão aqui hoje novamente, mas dessa vez noivos, e futuros pais.
Minha mãe finalmente se pronunciou, mas ela já estava com os olhos cheios de lágrimas.
Mãe: Ai gente, eles cresceram tão rápido né?
Eu: Ai mãe, não chora não!
Marizete: Amadureceram rápido demais também.
Bruna: Transaram cedo demais também.
Eu: BRUNA! –a repreendi, o que fez Marizete a olhar feio, e minha mãe caiu na gargalhada-.
Bruna: Que é gente? Todo mundo faz isso, não é nenhum crime.
Eu: Poupa-me desses comentários.
Ficamos ali rindo e nos divertindo, beliscávamos algumas carnes que Luan trazia até enfim chegar o amigo secreto. Luan havia pegado um de seus tios, o qual deu um kit de pesca, e eu havia pegado Manu, a priminha dele, sim, ela também participava. Havia ganhado um par de jóias lindo de Amarildo que tinha me tirado, na certa Bruna tinha o ajudado a escolher. Durou uma hora e logo já era 23h50min, em 10 minutos era Natal.
Luan: Amor vem aqui.- ele disse me chamando-.
Dei cinco passos e fiquei de frente a ele que segurava uma caixinha preta.
Luan: Feliz Natal amor da minha vida. –ele sorriu e me estendeu as mão, me  entregando a caixinha. Abri e nela havia uma pulseira escrita ‘’eu te amo’’, era linda demais.

Eu: Que linda amor, obrigada, eu também te amo. – falei o abraçando pelo pescoço e selando nossos lábios-.
Luan: Comprei no dia que a gente discutiu no shopping, não sabia o que dar.
Eu: É linda, e não precisava, eu amei.
Luan: Tem o da Alice também.
Eu: Até a Alice?
Luan: Claro amor, ela também é gente pô! –ri do jeito que ele falou-.
Ele foi até embaixo da árvore de Natal que ficava na sala e logo voltou com um embrulho um pouco grande em mãos. Me entregou com um sorriso nos lábios e logo que abri me encantei.

Eu: Ai que lindo amor, nossa, é a cara dela! –falei sorrindo e lhe dando um selinho-.
Luan: Eu achei muito lindo, tive que comprar quando vi.
Eu: A Alice agradece o bom gosto do pai. –sorri e ele me deu um selinho-.
Marizete despertou todos com um ‘5 minutos’ e como de costume, todos foram pra mesa onde aconteceria a ceia, que por via estava linda demais.


Cada um foi pro seu lugar e logo começaram as orações, cada um podia falar o que quisesse, mas eu preferi orar em pensamento mesmo. Luan fez um discurso um quanto lindo, no qual resumiu seu ano todo em fãs, orgulho, vida, amor, familia e Alice. A contagem começou e então os fogos subiram e todos em coro gritou o tão esperado ‘’FELIZ NATAL’’! Abraços foram o que não faltaram, champanhe tambem, mas eu não podia beber, então me contive com refrigerante. Todos comemos em um clima ótimo, e a festa não parou por ai, logo fomos pra uma área daquela chácara, na qual havia um lindo gramado verde prócimo a piscina, que estava com o chão e a água toda enfeitado com velas coloridas em potinhos de vidro.


Todos se sentaram e a Manu correu pro meu lado, Luan e seu primo Mateus se sentaram no meio e pegaram seus violões, e começaram a cantar como sempre faziam. Era incrível como os dois tinham alguns traços parecidos, ou talvez Mateus se espelhava no jeito de Luan, mas era lindos cantando. Camila deu uma palinha também, e Bruna já alterada acabou entrando, o que fez o momento ficar totalmente engraçado e acabando com todos cantando. Até meu pai cantou as músicas do Luan, coisa que eu como filha nunca havia visto, não daquele jeito. A farra foi até 4 da madrugada e eu já não aguentava mais, Luan estava com um olhar de bêbado cansado, e eu ri do jeitinho dele.
Eu: Amor, vamos dormir vai. –falei pegando em sua mão-.
Luan: Pode ir amor, depois eu vou, não vou deixar os meninos aqui sozinhos.
Max: Pode ir urubu, aqui não tem lobisomem não, vai cuidar da sua mulher vai.
Mateus: Vai Luan, você tá precisando de um banho e uma boa noite mesmo! –ele gargalhou e Luan riu sem entender. Pessoa lerda rindo da piada que se referia a ele mesmo-.
Eu: Vamos amor.
Sai puxando Luan e logo estavamos no quarto. Enquanto tirava minha roupa pra ir pro banho, Luan se jogou na cama.
Eu: Nada disso, pode levantar essa bunda grande, vamos pro banho, depois você dorme.
Luan: Ah não. Amanha eu tomo banho, prometo –ele fez bico, mas eu insisti até arrastar ele pro banho. Ele não estava tão bebado e isso facilitou ele a conseguir se esfregar no banho. Logo arrumei a cama e nem se quer deu tempo de me arrumar direito na cama, ouvi a respiração de Luan pesar, ele havia dormido, e não queria nem ver a ressaca da manhã seguinte.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Capitulo 58



Acordei no outro dia e já era véspera de Natal. Meu Deus, como passou tudo tão rápido. Luan ainda dormia e eu resolvi deixá-lo descansar. Fiz minhas higienes e fui tomar café, estava com muita fome, até mais do que devia. Alice estava totalmente agitada e confesso que estava me incomodando um pouco, as vezes ela chutava minha costela e aquilo doía muito, mas nada que um carinho na minha barriga não resolvesse. Marizete estava sentada junto de minha mãe e eu me juntei á elas.
Mãe: Mas que milagre que em plena véspera de Natal, ás 8 da manhã, você já tá de pé? –ela dizia enquanto passava requeijão em um pão-.
Eu: Bom dia gente! Ai mãe, a Alice ta muito chata hoje, não para de se mexer um minuto, fica chutando minha costela, isso dói. –falei me servindo-.
Marizete: Ah, isso é normal em pleno 7 meses de gravidez. Sofri com Luan também, ele era muito arteiro, não parava, cheguei a ter que ir pro hospital uma vez, ele se enfiou embaixo da minha costela, e aquilo tava me sufocando.
Eu: Pelo jeito Alice vai puxar ao pai então, porque hoje ela tá demais gente! Sério, ta me incomodando muito! –fiz bico-.
Mãe: Depois você deita de barriga pra cima ali no sofá e conversa com ela, logo ela se acalma.
Eu: Se ela me ouvisse né?
Marizete: Mas é claro que ela ouve o que a gente fala. Já experimentou contar histórias pra ela dormir?
Eu: Isso só quando ela nascer, e olha lá ainda. –ri e elas fizeram o mesmo-.
Tomamos nosso café em um clima maravilhoso, insisti em ajudá-las com a louça, mas elas não deixaram, me fiz de derrotada e fui pro quarto pegar meu livro pra ler, aproveitar que Alice não estava se mexendo mais. Luan ainda dormia profundamente e eu por um momento tive vontade de morder aquela barba dele, que a cada dia o deixava mais sexy que o normal. Que saudade que eu tava de sentir o corpo dele no meu. Parou Naiara! Você não pode, não agora! Só mais dois meses. Voltei pra sala e vi Bruna descer as escadas com a mão na cabeça e seu cabelo todo bagunçado, cara amassada, parecia sentir dor.
Eu: Bom dia loira! –falei enquanto ela se sentava na poltrona toda torta-.
Bruna: Péssimo dia cunhada, to morta de dor de cabeça. –falou fazendo careta-.
Eu: Come e toma remédio que passa, o que você andou fazendo?
Bruna: Nada! Quando sinto dor de cabeça, é porque logo vou menstruar. E eu to me convencendo de que essa dor de cabeça não é por isso, porque ninguém merece em pleno Natal ficar de TPM né?!
Eu: Isto é, mas qualquer coisa você coloca OB pra poder curtir a piscina pelo menos.
Bruna: Se fosse tão fácil, minhas cólicas são as piores possíveis, eu fico insuportável.
Eu: Toda mulher fica insuportável. Agora vai logo comer  e tomar remédio, antes que essa dor aumente.
Bruna fez careta e foi pra cozinha. Ignorei sua ida, e comecei a ler meu livro, era de historias de gravidas, eu estava interessada em saber da vida de pessoas que mudou totalmente depois que se tornaram mãe.
-Luan narrando-.
Acordei meio sonso da vida, vi que Naiara não estava mais na cama e isso me assustou um pouco, é difícil ela acordar cedo. Peguei meu celular como de costume e só então me dei conta que lá era difícil sinal, e então me dei conta que estava no mesmo lugar que Naiara e que não teria sms dela no meu telefone. Ri da minha própria lerdeza e fui fazer minhas higienes ainda sonolento. Ainda no banho me peguei sorrindo, ao lembrar das minhas noites de amor com Naiara, que saudade que eu sentia dela, do cheiro, seu corpo soado grudado ao meu, e só de pensar, já me vi excitado. Que isso rapaiz?! To parecendo um tarado sem muié, e literalmente eu estava, não como esposa, isso seria em meses, mas em relação sexual, esses meses sem sexo estavam me matando, e eu evitava em pensar em como seria quando finalmente Alice nascesse e eu e Naiara fôssemos apagar nossos fogos.
Desci pra tomar café e vi uma das cenas mais lindas da minha vida. Naiara estava deitada no sofá e acariciava sua barriga sorrindo falando algo. Subi alguns degraus para que ela não me visse e acabei ouvindo o que ela falava.
Naiara: Eita amor, hoje você tá animada hein? Mas fica quietinha que mamãe ta sentindo uma dorzinha na costela com seus chutes. Olha, se você querer, depois que seu pai acordar, eu mando ele vir aqui fazer carinho em você tá? Eu sei que ele é um lerdinho, mas ele ama você e eu também amo, muito! Agora aquieta esse facho e deixa mamãe acabar de ler, esse livro vai me ajudar a sabe cuidar de você.
Ela sorria, e eu sorria de orelha a orelha em ter ouvido aquilo. O fato dela me chamar de lerdo não me afetou, eu sempre falava com a minha menina, e ela sempre respondia com seus chutes velozes, o que fazia Naiara rir e ás vezes reclamar, dizendo que doía. Desci os degraus lentamente e fiquei reparando ela toda concentrada lendo seu livro, até Bruna chegar e estragar o clima.
Bruna: Daqui a pouco a Naiara some.-disse subindo as escadas rindo, o que fez Naiara me olhar e sorrir-.
Naiara: Bom dia amor. –ela se levantou e me deu um selinho-.
Eu: Bom dia princesa.- me abaixei e beijei sua barriga, desejando bom dia a Alice, que imediatamente chutou e eu pude sentir-.
Naiara: Ela tá tão agitada hoje, tá até me incomodando os chutes dela, ta doendo.
Eu: Nossa, calma ai filha, hoje é vespera de Natal, sua mãe não pode ficar com dor e ter que ir pro hospital.- falei acariciando sua barriga, que por via, estava ficando cada dia maior-.
Naiara: Já tomou seu café?
Eu: Acabei de acordar, vou esperar o almoço, já é 11:30.
Falei me sentando e colocando Naiara em meu colo.
Naiara: Amor?
Eu: Hum?
Naiara: To com tanta saudade de você. –ela falou cheirando meu pescoço e dando uma mordidinha leve-.
Eu: Não faz isso. –pedi quase num gemido, senti meu membro crescer e na certa Naiara sentiu, já que me olhou arregalada-. Não tenho culpa amor, eu to morrendo aos poucos durante esses meses sem sentir você.
Naiara: Você é um tarado isso sim. Mal relei em você e já veio todo animado.- disse ainda surpresa-.
Eu: Não zomba de mim tá? Antes eu assim, do que matando minha vontade em outras por aí.
Naiara: Vem com graça que eu enfio esse livro no seu orifício! –falou pegando o livro-.
Eu: Credo Naiara! Que nojo, que ridiculo! –ri dela-.
Naiara: Não me chama de Naiara.-ela fez um biquinho e não resisti, a puxei para um beijo longo, delicado, com saudade e desejo também-.
Eu: Tá dengosa hoje porque? –falei com a testa grudada a dela ainda-.
Naiara: Não sei, to carente, precisando do meu noivo, dos cheiros, abraços e beijos que só ele sabe me dar. –ela voltou a me beijar, desta vez com mais intensidade, o que fez meu membro pulsar dentro do shorts-.
Eu: Para de me provocar, ou eu não vou me segurar. –falei levando a mão dela até meu membro a fazendo o sentir duro, e logo percebi ela se arrepiar-.
Naiara: Que vontade que eu tava de fazer isso.- sem nem der tempo, ela apertou meu membro, e eu acabei gemendo um pouco alto, o que fez minha mãe aparecer e deixar a gente totalmente sem graça.-
Marizete: Que foi filho? Machucou?
Olhei Naiara que estava estática e não falava nada.
Eu: Não mãe... foi só.. a Naiara! Ela mordeu minha boca essa chata.
Marizete: Foi só isso mesmo?
Naiara: Foi Mari, eu quis causar dor no Luan um pouquinho.
Minha mãe riu e voltou pra cozinha, fazendo eu e Naiara suspirar aliviados. Mas nem assim meu fogo se apagou e precisava sentir ela, nem que fosse nos nossos orais como sempre, que aliás, á semanas não tínhamos feito mais.
Eu: Vamos lá pra cima amor. –falei pressionando Naiara em meu membro, fazendo ela morder os lábios e fechar os olhos-.
Naiara: Não podemos Luan, estamos no mesmo teto que nossos pais, se eles ouvirem algo, estamos fritos.
Eu: A gente não faz barulho, por favor amor, eu não to me aguentando mais.
Naiara suspirou e saiu me puxando rápido, mas eu travei ao me lembrar que estava excitado.
Naiara: Vem amor!
Eu: Não! Esqueceu?- falei apontando pro meu membro e ela arregalou os olhos, veio até mim e colocou minhas mãos em sua cintura, me fazendo ir até o quarto agarrado á ela.
-Fim da narração-
Luan estava muito assanhado e eu confesso que não neguei fogo pra ele também, Marizete quase pegou a gente, mas graças ao meu bom Deus, Luan usou um terço que restava de sua inteligência e conseguiu enganá-la. Mal chegamos no quarto e Luan já me pressionava com todo cuidado na parede e trancava a porta á seu lado. Paramos os beijos avassaladores quando estávamos na cama deitados e num movimento rápido, vi Luan tirar meu vestido me deixando apenas de calcinha, já que meu vestido não precisava de sutiã. O vi admirar meus seios com seus olhos cheios de tesão e aquilo me fez arrepiar totalmente. Luan rapidamente abocanhou um de meus seios, intercalando beijos e chupões entre um e outro me fazendo arfar puxando seus cabelos. Ele desceu seus beijos e cada vez me contorcia mais. Só então senti sua boca quente abocanhar meu clitóris, o que me fez dar um leve gemido um pouco alto, fazendo Luan me olhar e fazer sinal de ‘’shiu’’, o que era quase impossível. Luan voltou a brincar com minha intimidade, dando beijos e chupões, até enfim ele colocar um dedo em minha intimidade, o que me fez suspirar e senti Luan gemer também, na certa seu membro já doía de prazer. Antes de chegar ao meu ápice, puxei Luan para cima e era a minha vez de trabalhar. Deitei ele sobre a cama e comecei a descer beijos sobre seu peitoral, que já estava nú e bem mais sarado. Chegando a sua bermuda, dei uma leve apertada em seu membro e ele se curvou pra trás. Retirei sua bermuda junto da cueca, e rapidamente caí de boca naquilo que tanto me satisfazia como um prato de comida. Luan acabou soltando um ‘’gostosa’’ um pouco alto, e eu o repreendi, fazendo ele me olhar e pedir desculpas. Continuei com meus chupões e lambidas e ele estava ficando louco,e eu também, precisava sentir ele, mas infelizmente não podíamos. Luan estava prestes a gozar e eu sentia isso, mas como não tinha chegado ao meu ápice, subi em cima dele e ameacei sentar, o que fez ele apertar minha cintura.
Luan: Só um pouquinho amor- ele suplicou entre gemidos-.
Eu desejava ele mais do que tudo, e acabei fazendo o que ele pediu. Sentei um pouquinho fazendo apenas sua cabecinha me penetrar, o que me fez suspirar. Comecei a rebolar lentamente, não podia ir mais fundo, e aquilo me matava. Luan tentava me penetrar mais um pouco mas eu não deixava, não porque não queria, mas porque não podíamos mesmo.
Eu: Amoooooor, eu vou...-falei gemendo e o senti apertar minha cintura e se contrair embaixo de mim, sim, ele havia gozado, e eu também-.
Luan não se moveu, apenas suspirou e passou sua mão pela minha intimidade que se encontrava nele ainda, me fazendo gemer de levinho. Sai dele e me deitei o abraçando de lado.
Luan: Como eu queria poder te amar loucamente.- ele disse mordendo os lábios-.
Eu: Eu também queria.
Ficamos ali trocando carícias até alguém bater na porta, o que fez Luan dar um pulo e rapidamente peguei o lençol da cama e me enrolei.
Luan: Relaxa, eu tranquei a porta.
Luan perguntou quem era e nos aliviamos ao ser Marizete chamando pro almoço, por ela não ter falado nada, Luan disse que já iríamos e assim fizemos. Nos vestimos e descemos pro almoço. Não me importava ficar melada dele em mim, era a coisa mais prazerosa que tinha. Almoçamos com nossos pais e um tio meu que já havia chegado, e ficamos papeando até Bruna me chamar num canto.
Bruna: O que tava acontecendo naquele quarto?
Fiquei pasma e engoli seco.
Eu: Nada! –falei rápido-.
Bruna: Huum –falou desconfiada- Tive a leve impressão de ouvir gemidos.
Eu: Você é louca! Eu não posso ter relações esqueceu?
Bruna: Mas nunca se sabe né? Existe sexo oral. – ela falou piscando e rindo sapeca-.
Eu: Me respeita menina! Cada coisa garota, ta doida Bruna, deixa seu irão ouvir isso!- falei e no mesmo momento Luan chegou se sentando na rede-.
Luan: Escutar o que?
Bruna: Nada que seja da sua conta, só pensei ouvir gemidos de vocês. –ela riu e Luan arregalou o olho me olhando-.
Luan: Perdeu o respeito Piroca? Naiara não pode ter relação e eu respeito isso.
Bruna: Tudo bem Luan, eu devo estar louca então. –ela ironizou e ele pegou um copo de água e tacou na cara dela, o que fez ela bufar de raiva-.
Bruna: Ficou louco?! Acabei de secar meu cabelo idiota! –ela disse se levantando e passando a mão no rosto-.
Luan: Louca ficou você em achar que estávamos tendo relação! Isso foi pra acordar pra vida, menina pervertida!
Bruna bufou e saiu batendo os pés, o que arrancou risadas minha e de Luan.
Eu: Tadinha Luan!
Luan: Tadinha nada, quem manda ficar falando as coisas.
Eu: Mas ela não mentiu amor. –disse baixinho e ele riu negando-.
Luan: Mas a gente finge que ela ta louca! –ele  riu e ficamos conversando sobre várias coisas. Mais tarde o pessoal de Campo Grande chegou e eu fiquei com Camila, Bruna, Mariana, Jenyfer e Manu, uma priminha fofa de Luan que eu amava.
Manu: Tem um neném aqui? –ela falou colocando a mão na minha barriga-.
Eu: Tem fofa, logo mais ela vai ta aqui pra brincar com você.
Manu: Mamãe me falou que eu já fui assim também, já molei aqui dentlo.- colocou a mão na sua própria barriga-.
Eu: Ahan, um dia você vai carregar um neném ai dentro também, e vai ser uma mãe linda! –disse beijando sua bochecha e fazendo cócegas nela, que pedia pra parar, até então Luan aparecer e acabar com a graça-.
Luan: Uai Manu, ta me trocando agora?
Manu: Eu tava blincando com a neném da Naiala.
Luan: Dela não, o neném é meu também.
Malu: Seu? Vocês fizelam juntos?
Luan: Digamos que sim!
Eu: Luan! –o repreendi e ele riu, deixando Manu curiosa, que ficou perguntando, mas graças a Deus a mãe dela chamou ela e ela saiu correndo, me deixando aliviada, Luan só falava merda!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Capitulo 57

Acordei no outro dia com um barulho que vinha da cozinha. Calcei meu chinelo e fui ver o que era.
Eu: Ai mãe é você. -disse me sentando na cadeira-.
Mãe: Bom dia filha, desculpa, não queria te acordar.
Eu: Não tem nada mãe, cadê meu pai?
Mãe: Ah, ele foi ver umas coisas com o Amarildo sobre os preparativos do Natal. Luan dorme ainda?
Eu: Sim, vou deixar ele descansar.
Mãe: Ta certo. To fazendo um omelete, você quer?
No mesmo momento Alice se mexeu e sabia que ela queria.
Eu: Bom eu não quero, mas acho que a Alice sim. -disse sorrindo acariciando minha barriga-.
Minha mãe me olhou sorrindo e voltou a seus afazeres. Tomamos café da manhã juntas e depois fui fazer minhas higienes, chamei minha mãe pra ela dar uma volta e conhecer o condomínio. Depois de mostrar alguns lugares dali, paramos na praça pra descansarmos um pouco.
Mãe: Mas me conta filha, você ta feliz?
Eu: Sim mãe, to muito feliz.
Ela acariciou minha barriga e sorriu.
Mãe: Aconteceu tudo tão rápido né?
Eu: Demais, eu nunca imaginava que seria mãe tão cedo, que o pai do meu filho seria o Luan, muito menos que me casaria.
Mãe: Ah, mas é assim mesmo, Deus escreve certo por linhas tortas. E tenho certeza que essa menininha vai ser só alegria no nosso meio.
Eu: Ai, nem me fale. Não vejo a hora que ela nasce logo, quero ensinar tudo pra ela, dar os primeiros passos, a falar, a se arrumar, tudo!
Mãe: Acho que ela não vai precisar se preocupar com moda e maquiagem, de um lado uma mãe esperta em maquiagem, do outro a tia super fashion em moda!
Eu: E no meio dois avós maravilhosos, que vão ensinar muitas coisas boas pra ela, assim como me ensinaram.
Mãe: Com toda certeza desse mundo. Ela vai ser o seu espelho.
Eu: Que ela puxe a inteligencia da mãe e beleza do pai. Porque se depender de inteligencia da parte do Luan, tadinha da minha filha.
Rimos do que havia falado e ficamos ali conversando mais um pouco. Logo meu celular tocou, era Luan.
Eu: Oi amor.
Luan: Onde você ta? Cadê seus pais?
E: Calma Luan, meu pai saiu com seu pai, e eu to aqui na praça do condomínio com minha mãe. Já estamos indo OK?
Luan: Ta.
Desliguei e fomos pra minha casa. Luan via TV só de calção e estava todo jogado no sofá. Minha mãe riu ao ver ele todo jogado, o que fez ele dar um pulo.
Eu: Onde esta os modos senhor Santana?
Luan: Perdi no caminho dona Santana!
Ele disse rindo e se arrumando no sofá. Minha mãe sentou na poltrona e eu me aconcheguei nos braços de Luan.
Luan: E agora?
Eu: O que?
Luan: Amanhã já vamos pra chácara, e eu nem comprei os presentes pro Natal.
Eu: Ai amor, deixa de ser bobo, não precisa de presente. Nós já temos nosso presente.-falei colocando a mão dele sob minha barriga.
Luan sorriu e beijou minha testa.
Mãe: É tao lindo ver vocês nesse amor todo.
Luan: Amor? Eu não amo essa coisa feia não. -ele falou fazendo careta-.
Eu: Imagina se amasse né mãe?
Rimos juntos e ficamos papeando até meu pai chegar todo suado, com umas sacolas em mão. Luan ajudou ele e depois ele se sentou junto de nós.
Eu: Pai, o que aconteceu?
Pai: Nada filha, só inventei de jogar uma bola com Amarildo e uns amigos.
Mãe: Meu Deus, vejo que São Paulo faz milagres. Desde quando você joga bola?
Eu: Eu é quem pergunto!
Luan: Deixa o cara gente, de repente ele só não jogava antes porquê não tinha oportunidade.
Pai: Na verdade eu não curto muito jogar bola, mas não custava tentar né?
Mãe: Fico feliz em ver que você anda se divertindo.
Eu: Mas tem que ficar de olho pra ele não abusar dos divertimentos, se é que me entende.
Pai: Que isso Naiara?! Perdeu o respeito?
Eu: Calma, foi só pra descontrariar.
Pai: Menina, menina!
Mãe: Bom, que tal a gente almoçar e irmos no shopping? Quero conhecer essa cidade.
Eu: Eu topo. Vou chamar a Bruna.
Luan: Ah não, a Piroca não! Vamos em família amor.
Eu: E sua irma não é nossa família?
Luan: A sua família Naiara! Outro dia a Bruna vai, e alem do mais, ela já me deu muitos gastos esses dias.
Eu: Deu mesmo, e eu sou prova disso.
Enquanto eu e minha mãe fazíamos o almoço, Luan e meu pai conversavam na sala.
Depois que almoçamos deixei a louça por conta do meu pai e do Luan, e fui me arrumar junto da minha mãe. Meia hora depois estávamos prontos, Well passaria para nos pegar, Luan não poderia ir num shopping sozinho.
Pai: A coisa ta chique, eu andando com segurança do lado. -disse enquanto entravamos no carro-.
Eu: Pai, não é você, é o Luan.
Luan: Somos todos nós, porque você é minha namorada e tem seus fãs tbm, e eles são seus pais, querendo ou não são conhecidos.
Eu: Ta, mas não como você.
Mãe: Parou! Vamos logo que eu quero me divertir hoje.
Pai: Nossa, ela quer se divertir gente.
Rimos do modo que meu pai falou e seguimos pro shopping, fomos no mais perto, porém era muito movimentado, e não preciso nem contar que Luan causou muito tumulto, e eu acabei passando mal, mas logo me sentei e tomei água.
Luan: Amor você ta melhor? Quer ir pra casa?
Eu: Eu to bem Luan, já passou. Foi por causa do tumulto, fiquei abafada.
Well: Eu avisei que seria loucura, vou ter que ser curto e grosso com as meninas.
Luan: Não precisa disso tudo Cirilo, elas vão se chatear.
Well: E a mãe da sua filha é obrigada a passar mal por falta de compreensão das suas fãs?
Eu: Luan, se você quiser eu vou embora, você pode ficar com suas fãs, ao menos eu não dou mais trabalho.
Luan: Não! Você não vai embora, mas elas são minhas fãs Naiara, só querem me abraçar.
Eu não estava acreditando que ele estava preferindo as fãs do que a vida da filha dele. Não que eu estivesse morrendo, mas eu estava mal, e dessa vez a culpa era das fãs loucas que pularam nele.
Eu: Então vai la e abraça elas, eu fico aqui esperando meus pais.
Quando Luan se levantou, eu abaixei minha cabeça e algumas lagrimas escorreram. Eu sei que não podia ter feito essa escolha a ele, mas doeu em mim, ele não ligou pra filha, simplesmente foi atrás das fãs, as quais ele mais convivia do que a mim mesma. Vi Well falar alto e pude escutar a frase: " A Naiara não esta bem por culpa de vocês, depois quando eu sou grosso e chato vocês reclamam. Não viram que ela esta gravida? Ela não pode ficar nesse tumulto todo, que falta de educação da parte de vocês ". Ouvi umas concordarem com ele e outras falarem porque eu havia vindo se não podia com tumulto, Luan não havia falado nada, nem pra me defender ele serviu. Depois de longos minutos, eles voltaram e eu fingi ver algo no celular. Wellington havia ido pegar uma água, e Luan estava com uma cara um pouco triste me olhando.
Luan: Olha pra mim.
Engoli seco e o olhei. Ele me encarou e revirou os olhos.
Luan: Não me diz que você chorou por uma coisa tao boba?!
Ouvir ele falar aquilo me fez deixar mais lagrimas caírem. Como ele me fala que foi coisa boba? Poderia ter acontecido algo com a nossa filha e ele me fala isso?
Eu: Boba Luan? É a sua filha! Poderia ter acontecido algo com ela, você convive mais com as fãs do que com a gente, e agora, quando eu passo mal, por culpa delas, você me larga pra simplesmente ir abraçá-las? Você me desculpa, mas elas foram umas animais, nem pra me respeitar elas serviram!
Luan: Não grita! Não estamos em casa, e to achando criancice da sua parte tanta irritação.
Eu: Quer saber? Meu foda-se pra você! Fica ai com as suas fãs e me deixa em paz!
Falei e sai dali, fui andando sem saber pra onde. Estava muito nervosa e não queria brigar mais com ele. Avistei meus pais em uma loja e fui até eles.
Mãe: Oi filha, já melhorou?
Eu: Já sim mãe.
Pai: Cadê Luan?
Eu: Ah, ele ficou com as fãs dele.
Mãe: É complicado isso.
Eu: Até demais!
Luan começou a me ligar e eu não atendi nenhuma das vezes, estava nervosa e acabaria falando o que não devia.
-Luan narrando-
Tinha acabado de ter uma briga com a Naiara. Ela saiu e me deixou ali plantado, e não atendia minhas ligações.
Well: Eu te avisei Luan.
Eu: Cirilo, ela não precisava ter feito isso, são as minhas fãs cara.
Well: Luan, entende uma coisa, você vai ser pai, sempre sonhou com isso. A Naiara ta gravida e tudo que ela quer é atenção, grávidas ficam sensíveis e você foi muito insensível com ela.
Luan: Mas ela não precisava ter falado aquilo, como se as minhas fãs fossem lixos.
Well: Eu sei que você ama a suas fãs. Mas elas não são crianças, e você tem a sua vida pessoal, e elas precisam compreender isso. Eu pedi inúmeras vezes pra elas terem cuidado, mas elas não me escutaram, pularam em você e isso acabou prejudicando a Naiara e a bebê.
Luan: Mas é que elas querem me abraçar.
Well: Mas não precisavam pular em você. Entenda Luan, elas te amam, mas precisam acordar pra vida. Você vai se casar, vai ser pai.
Cirilo tinha total razão, esse medo que eu carregava de perder meus fãs estava à um ponto que o meu relacionamento estava sendo prejudicado. Liguei pra mãe da Naiara e elas nos encontraram no carro, Naiara foi em silencio absoluto e creio que seus pais perceberam.
-Fim da narração-.
Cheguei em casa quase 7 da noite e fui direto tomar um banho, onde mais uma vez me vi chorando. Mas que droga! Porque eu to tão sensível assim? Coloquei um pijama e fui pra cozinha comer algo, Luan e meu pai estavam na sala enquanto minha mãe preparava algo na cozinha.
Mãe: Vocês brigaram?
Eu: Sim.
Mãe: Filha...
Eu: A culpa não foi minha! Luan só pensa nas fãs, nem na própria filha ele pensou hoje. Me deixou plantada passando mal pra ir atender as meninas. Não que eu ache ruim, mas mãe, elas pularam na gente, você viu, não respeitaram nem a minha gravidez, e ele ainda ficou com medo de magoá-las, mas medo de perder a filha ele não tem?
Mãe: Calma filha. Você não pode se estressar, é normal que elas façam isso. Ficam tão estéricas que nem pensam na hora, e alem do mais, você sabia que Luan num shopping tudo podia acontecer.
Eu: Mas custava elas respeitarem pelo menos a mim? Por mim podiam deixar Luan pelado, eu não ligaria, mas a minha filha mãe!
Mãe: Calma amor, não fica irritada, isso não faz bem pra vocês.- ela disse me abraçando-.
Fiquei ali com minha mãe até Luan aparecer na cozinha, ele falou oi mas eu não respondi. Minha mãe saiu da cozinha e Luan se sentou na minha frente.
Luan: Vai ficar ate quando emburrada?
Permaneci de cabeça baixa e não falei nada.
Luan: Eu to falando com você, da pra me responder?
Olhei ele, e suspirei. Não queria brigar, queria paz, só isso.
Eu: Eu não to emburrada.
Luan: Verdade, só ta com uma tromba de elefante.
Revirei os olhos e permaneci quieta.
Luan: Você sabia que aquilo podia acontecer né?
Eu: Sabia, mas elas poderiam ter pensado em mim né Luan? E se acontecesse alguma coisa com a sua filha, você ia fazer o que?
Luan: Mas não aconteceu Naiara. Eu já te disse que elas só queria um abraço.
Eu: Eu sei disso, e por mim poderiam ter te deixado nu que eu não ligaria. Mas pelo menos respeitasse a mim né?
Luan: Na hora elas não pensaram amor, e você tava de mãos dadas comigo, por isso.
Eu: Foi muito chato isso, nossa. Ainda fui criticada.
Luan: Normal elas criticarem, tem fãs que não aceitam ainda, que não entendem que eu vou ser pai e vou me casar com você.
Eu: Mas de qualquer maneira respeito é bom, e eu gosto.
Luan: Esquece isso, não quero ficar nesse clima estranho, a gente vai casar, não vamos deixar essas coisas pequenas estragar nosso relacionamento.
Eu: Eu posso te perdoar, mas não vou esquecer. Mas existe uma condição pra isso.
Luan: Que condição?
Eu: Você vai ter uma conversa seria com suas fãs a respeito da gente, e vai pedir pra elas compreenderem.
Luan: Mas amor...
Eu: Mas nada Luan! Você nunca conversou com elas sobre isso. A gente nunca parou pra falar com elas, elas não sabem como a gente é feliz juntos, por isso ainda criticam.
Luan: Tudo bem, eu vou falar com elas.
Eu: Antes do Natal ainda!
Luan: Depois eu ligo pra Arleide e vejo com ela.
Eu: Bom menino.
Luan: Agora pode me dar um beijo?
Eu: Não, porque agora eu vou comer, Alice ta faminta.
Luan: É só um beijinho.
Dei um selinho nele e fui chamar meus pais pra jantarem. Jantamos juntos e depois ficamos conversando.
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Chegamos na chácara meio dia, apenas eu e Luan, já que Bruna viria mais tarde e nossos pais estavam em Londrina comprando umas coisas. Arrumamos nossas coisas no quarto e enquanto Luan descia pra fazer não sei o quê, fui tomar um banho pra relaxar.
-Luan narrando-
Arleide tinha concordado com a minha ideia de mostrar um pouco do meu relacionamento com Naiara e eu tive uma ótima ideia pra que elas vissem o que realmente aconteceria. Vi que o celular da Naiara estava no sofá e isso era ótimo! Pelo menos no twitter ela não entraria pra ver nada. Liguei meu notebook e posicionei ele na cozinha em cima do microondas, filmava a cozinha toda, onde eu e Naiara faríamos o almoço. Anunciei a twitticam, e contei tudo pros meus fãs, que ficaram a flor da pele. Avisei que ela não sabia de nada, e que tudo podia acontecer.
Ouvi barulhos na escada e avisei que ela estava vindo.
Eu: Que banho demorado.
Naiara: Claro querido, quer que eu fique fedendo?
Eu: Eu não! Amor, eu vou te ajudar no almoço beleza?
Naiara: E desde quando você cozinha?
Eu: Ah, eu to aprendendo.
Naiara: Tabom amor. Vou pegar uns legumes pra fazer a salada, e você descasca os alhos pra mim ok?
Luan: Pra que alho?
Eu: Pra fazer o arroz Luan!
Luan: Ata.
Passei pelo notebook e as meninas riam descontroladamente e me zoavam também. Fiz careta pra elas e voltei pra ajudar a Naiara que descascava tomates.
Naiara: Alice ta mexendo.
Eu: Serio?
Naiara: Sim, ela não para.
Eu: Posso sentir?
Naiara: Claro né.
Coloquei a mão na barriga dela e literalmente a Alice estava se mexendo, que coisa linda.
Eu: Eita, que chute, calma ai filha!
Naiara riu do que falei e voltou a cortar os tomates. Descasquei os alhos e ela já esperava pra fazer o arroz.
Naiara: Como você é lerdo, meu Deus!
Eu: Sou jovem aprendiz.
Naiara: Baleia aprendiz né?!
Eu: Baleia nada! Sou gostoso rapaz!
Naiara: É, até que dá pro gasto.
Ela riu me fazendo rir junto também. Aproveitei que Naiara havia ido no banheiro e corri pra ver como tava as coisas no twitter, estava com mais de 500 mil pessoas vendo e os comentários não paravam, as meninas riam da minha cara, e aplaudiam a Naiara.
Eu: " Gente ela não sabe de nada, e quando eu falar ela vai me matar, ela é brincalhona assim mesmo, não se assustem, e agora entendam porque eu amo tanto ela".
Voltei aos meus afazeres e Naiara chegou apenas com uma parte de cima do biquíni deixando a enorme barriga a mostra e de short jeans, descalço.
Eu: Que isso hein?
Naiara: Isso sou eu baby.
Eu: Amor, pra que biquíni?
Naiara: Vou pegar um sol depois.
Eu: E desde quando você pode tomar sol assim?
Naiara: Desde que minha ginecologista deixou, e me deu as indicações certas.
Eu: Você e sua ginecologista.
Naiara:Quer que eu mude pra um homem?
Eu: Ta doida? Já pensou um homem fazendo os prés natais em você? Loucura mesmo!
Naiara: O que tem de mais?
Eu: Que se for pra ser um homem, que seja eu!
Naiara: Ai como esse homens é bobo meu deus. Eu amo você amor, só você.
Ela disse se aproximando de mim e me beijando, havia ate esquecido da twitticam.
Eu: Eu te amo muito mais.
Naiara fez esquimó e me olhou sorrindo.
Eu: Amor, você me ama mesmo?
Naiara: Ahan.
Eu: Então pera ai.
Peguei o notebook e levei ate a mesa onde ela tava sentada. Me sentei ao seu lado e ela me olhava sem entender.
Eu: Ta vendo gente? Ela me ama.
Naiara olhou o notebook e viu a twitticam, fez uma cara de surpresa e me deu um tapa no ombro.
Naiara: Não acredito que você fez isso amor!
Luan: Elas precisavam saber porque eu te amo tanto.
Vi ela ficar vermelha e abracei ela.
Eu: Ela ta com vergonha, não liguem.
Naiara: Gente, ele é um idiota! Vocês viram o que eu tenho que aturar?
Eu: Para que você me ama! E as neguinhas também!
Li alguns comentários, que arrancaram risadas da Naiara.
"Pensei que só eu chamava Luan de baleia kkkkkk"
"Virei fã desse casal, Naiara minha filha passa um pouco da sua inteligencia pra essa baleia branca"
Naiara: Baleia Branca!
Ela ria descontroladamente, e eu fingi estar bravo.
Eu: Pensei que nos dois seriamos elogiados, mas eu to sendo alvo das zuações aqui.
Naiara: Encontrei um animal mais lerdo que tartaruga, e ele se chama Luan Rafael!
Naiara leu um dos comentários e começou a rir da minha cara.
Depois de uns 10 minutinhos desliguei a twitticam e Naiara me disse que eu não valia nada, mas sei que ela havia adorado o que eu tinha feito.
-Fim da narração-.
Luan era um viado mesmo, havia feito uma twitticam pras suas fãs e não tinha me avisado nada. E eu bem de boa, sossegada e ele nem ai! Sorte a minha que as meninas aparentaram ter gostado, senão eu literalmente estava morta!
Depois que almoçamos, Luan lavou a louça e fomos pra área da piscina. Não tomei muito sol por conta de estar muito quente, mas entrei um pouco na piscina junto de Luan, passamos a tarde ali, trocando carícias, beijinhos, palavras de carinho e muitos "eu te amo"... Conversamos sobre nosso casamento, Luan me falou de suas idéias, e eu das minhas, e assim que passasse o Réveillon, nós começaríamos os preparativos.
Depois de um longo banho, penteei meus cabelos e deixei-os soltos, coloquei um macaquinho florido e uma rasteirinha e desci pra esperar o pessoal. Luan estava na sala vendo TV e comendo pra variar.
Eu: Vai ficar gordo.
Luan: Ah amor, é fim de ano, eu mereço vai.
Eu: Depois quero ver ninguém se matando em academia não.
Luan: Não tem nada, você não me aceitaria gordo?
Eu: Com as banhas caídas?! Nem a pau!
Luan: Credo Naiara! Eu não vou ficar com as banhas caídas!
RI da cara dele e ele mostrou língua.
Depois de uns 10 minutos o pessoal chegou e fomos recebê-los, alguns tios do Luan de Campo Grande chegariam amanha, e apenas um tio e uma tia minha havia vindo.
Bruna: Amiga, amanhã o Rafa vem!
Eu: Quem é Rafa?
Bruna: Que eu te contei Naiara!
Eu: Oficializaram?
Bruna: Sim, Luan não sabe ainda, mas ele vai ficar de boa, ele e Rafael são amigos.
Eu: E seus pais?
Bruna: Eu e o Rafa falamos com eles já. Ele vai ficar com a família no almoço, e na janta ele vem.
Eu: Parabéns amiga, toda felicidade do mundo pra vocês. Você merece muito.
Abracei ela, que me apertou e me agradeceu também, e depois ficamos todos juntos falando dos preparativos pro Natal.
Luan: Por mim tanto faz.
Amarildo: Sua mãe e suas tias vão ficar na cozinha.
Mãe: Eu também Amarildo, não esquece de mim.
Amarildo: Sim, você também Cíntia.
Eu: E onde eu fico?
Bruna: Me ajudando com os docinhos.
Marizete: Isso! Você ta gravida, não é bom se cansar muito. Alem do mais vai ter muita gente pra nos ajudar.
Eu: Mas eu to gravida, não doente. Posso fazer as coisas também.
Pai: Filha, todo cuidado ainda é pouco. Você ajuda a Bruna nos docinhos e ta bom.
Luan: É verdade amor, a Alice vai adorar mexer nos docinhos.
Mãe: E como vai viu?!
Todos riram e terminamos nossa conversa. Depois jantamos, até que de pouco em pouco todos foram indo se deitar...
Luan: Esse vai ser o melhor natal da minha vida!
Eu: Juntos, e em família!
Ele acariciou minha barriga e selou nossos lábios.